quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Mudança de Paradigma

Sete. Sete horas para fazer o que desse na telha. Se ouve um tempo que senti que foi meu e que vivi como teu, este tempo foi aquele infinito e, também, curto espaço de tempo entre meu labor e as férias que agora vigoram.

As palavras simples com uma ironia aliada a uma ótima desenvoltura emocional deveriam ser aquilo: ironia e desenvoltura emocional. Tudo, tudo estava ali para tornar aquele meu infinito em um passado repleto de histórias para contar (e escrever).

Aquele tempo, no fim, não foi o melhor momento que vivi, eu sempre soube disto. Mas perceber que aquilo  poderia novamente acontecer amanhã, mês que vêm ou no 'talvez um dia' me deixava tranquilo. Percebi que viver de supostos 'melhores momentos' era errado. Agora era diferente: passado não era mais vivido para ser o melhor. Caminho hoje apenas sabendo que meus momentos poderão ser, mais uma vez, infinitos. Certo estava Vinícius e seu mais famoso soneto.

Afinal, tem vezes que tudo que você precisa para ser feliz é um bom filme, uma garota de meias brancas e sete horas para aproveitar tudo isso.

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Texto escrito em uma tarde chuvosa em belo litoral turístico. Sem revisões e, com toda certeza, com muitos erros. Pouco me importa.

Um comentário:

  1. existe história nas meias brancas? na minha infinita curiosidade: preciso saber. :)
    Beijos, litorâneo.

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