Tanto tempo que não vejo aqueles rostos que me fazem sorrir.
Os olhos que transmitem coisas boas.
Os olhos que transmitem coisas boas.
Era tudo tão diferente. Tão pequeno. Tão grande.
Pensando daquele ponto em diante, o tempo passou voando. Uma busca constante por algo que eu nem sei o que é.
Pensando em tudo que veio antes, já faz tanto tempo... O passado, feito de lembranças: talvez da busca por alguma coisa que você já conseguiu num passado recente... talvez um completo desacerto. Um não-você.
E hoje os dias me atropelam. Não pertenço a este lugar. Acho que nunca pertenci a lugar algum.
Aprendi a conviver com sentimentos que não queria. Esmaguei um pouco mais do que estava aqui dentro.
Como eu queria. Ah, como eu queria alguns vestígios reais do passado. Olhar, tocar, sentir. Que falta me faz. Ninguém mais sabe.
Nesses momentos, nessas frações de segundos que me ponho a pensar, pego a caixinha de recordações certa de que me lembro de tudo. E tomo um susto grande quando percebo que cada vez esqueço mais. Os olhares desviam, as mãos lentamente se soltam, o sorriso enfraquece - em câmera lenta, muito lenta. Os antigos acontecimentos dão lugar aos mais recentes. A memória economiza palavras, e tudo se resume a pequenos detalhes. Os únicos detalhes.
Só me restam as cartas, as fotos, os minúsculos bilhetes e, acima de tudo, a certeza de que tudo valeu a pena. O coração apertado não engana. É desprovido de memória, isso é verdade. Mas de maneira jamais explicada nos dá a certeza de tudo que um dia foi especial.
Pensando daquele ponto em diante, o tempo passou voando. Uma busca constante por algo que eu nem sei o que é.
Pensando em tudo que veio antes, já faz tanto tempo... O passado, feito de lembranças: talvez da busca por alguma coisa que você já conseguiu num passado recente... talvez um completo desacerto. Um não-você.
E hoje os dias me atropelam. Não pertenço a este lugar. Acho que nunca pertenci a lugar algum.
Aprendi a conviver com sentimentos que não queria. Esmaguei um pouco mais do que estava aqui dentro.
Como eu queria. Ah, como eu queria alguns vestígios reais do passado. Olhar, tocar, sentir. Que falta me faz. Ninguém mais sabe.
Nesses momentos, nessas frações de segundos que me ponho a pensar, pego a caixinha de recordações certa de que me lembro de tudo. E tomo um susto grande quando percebo que cada vez esqueço mais. Os olhares desviam, as mãos lentamente se soltam, o sorriso enfraquece - em câmera lenta, muito lenta. Os antigos acontecimentos dão lugar aos mais recentes. A memória economiza palavras, e tudo se resume a pequenos detalhes. Os únicos detalhes.
Só me restam as cartas, as fotos, os minúsculos bilhetes e, acima de tudo, a certeza de que tudo valeu a pena. O coração apertado não engana. É desprovido de memória, isso é verdade. Mas de maneira jamais explicada nos dá a certeza de tudo que um dia foi especial.
E sempre será.
bla bla, RESISTIR aos sentimentos não não admiti-los. o "não-entregar-me" sempre é o problema, mas você sabe, do contrário seria tão pior...
ResponderExcluirPRECONCEITO.
ResponderExcluirJuro que não entendi o segundo comentário. Se quise explicá-lo, anônimo.
ResponderExcluir"Aprendi a conviver com sentimentos que não queria. Esmaguei um pouco mais do que estava aqui dentro."
ResponderExcluirA caixinha da memória é uma caixinha de surpresas. Um dia você acorda se lembrando de tudo, e aí volta a dormir e percebe que não passou de um sonho.
É, meu amigo, tenho orgulho de todos os seus personagens! :)